RSS Coração de Jesus - MG Notícias de Coração de Jesus/MG Fri, 20 Sep 2019 00:21:21 -0300 Fri, 20 Sep 2019 00:21:21 -0300 Zend_Feed_Writer 1.12.11 (http://framework.zend.com) https://coracaodejesus.mg.leg.br/rss Receita abre consulta a segundo lote de restituição do IR Mon, 08 Jul 2019 09:56:45 -0300 https://coracaodejesus.mg.leg.br/noticia/visualizar/id/1015/?receita-abre-consulta-a-segundo-lote-de-restituicao-do-ir.html https://coracaodejesus.mg.leg.br/noticia/visualizar/id/1015/?receita-abre-consulta-a-segundo-lote-de-restituicao-do-ir.html Cerca de 3,07 milhões de contribuintes que declararam Imposto de Renda (IR) este ano vão receber dinheiro do Fisco. A Receita Federal abre nesta segunda-feira (8) a consulta ao segundo lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física 2019.

Ao todo, serão desembolsados R$ 4,72 bilhões do lote deste ano. A Receita também pagará R$ 280,6 milhões a 90.449 contribuintes que fizeram a declaração entre 2008 e 2018, mas estavam na malha fina. Considerando os lotes residuais e o pagamento de 2019, o total gasto com as restituições chegará a R$ 5 bilhões para 3.164.229 contribuintes.

A lista com os nomes estará disponível a partir das 9h no site da Receita na internet. A consulta também pode ser feita pelo Receitafone, no número 146. A Receitaoferece ainda aplicativo para tablets e smartphones, que permite o acompanhamento das restituições.


O crédito bancário será feito em 15 de julho. As restituições terão correção de 2,01%, para o lote de 2019, a 110,29% para o lote de 2008. Em todos os casos, os índices têm como base a
taxa Selic (juros básicos da economia) acumulada entre a data de entrega da declaração até este mês.

O dinheiro será depositado nas contas informadas na declaração. O contribuinte que não receber a restituição deverá ir a qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para os telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para ter acesso ao pagamento.

Os dois últimos lotes regulares serão liberados em novembro e dezembro. Se estiverem fora desses lotes, os contribuintes devem procurar a Receita Federal porque os nomes podem estar na malha finapor erros ou omissões na declaração.

A restituição ficará disponível durante um ano. Se o resgate não for feito no prazo, a solicitação deverá ser feita por meio do formulário eletrônico – pedido de pagamento de restituição, ou diretamente no e-CAC , no serviço extrato de processamento, na página da Receita na internet. Para quem não sabe usar os serviços no e-CAC, a Receita produziu um vídeo com instruções.]]>
Informe Epidemiológico da Gripe 26/06/2019 Thu, 27 Jun 2019 09:51:51 -0300 https://coracaodejesus.mg.leg.br/noticia/visualizar/id/1014/?informe-epidemiologico-da-gripe-26062019.html https://coracaodejesus.mg.leg.br/noticia/visualizar/id/1014/?informe-epidemiologico-da-gripe-26062019.html Do total de casos notificados com amostras já processadas, 132 foram confirmados por SRAG por Influenza e 206 casos para outros vírus respiratórios do total de casos com investigação laboratorial. Há um outro caso de Influenza confirmado por vínculo epidemiológico, somando, portanto, 133 casos da doença.

Dos casos confirmados por influenza, predominou com 94,7% o Influenza A (126/133), precedido da ocorrência da Influenza B com 0.8% (1/133) e com 4,5% (6/133) Influenza não tipada. Entre os vírus A, o subtipo identificado com 86,5% foi o influenza A (H1N1)pdm09 (109/126), 6,3% são de influenza A/H3 (4/126), 1.6% são de influenza A não subtipado (2/126) e 5.6% são de influenza A não subtipável (7/126).

Já em relação aos óbitos, até o momento, foram notificados 174 óbitos por SRAG sendo 20,7% (36/174) destas mortes com associação a vírus respiratórios. Das 36 mortes por vírus respiratórios, 14 (38,9%) estão associadas a outros vírus respiratórios e 22 (61,1%) foram ocasionadas pela influenza. Entres os óbitos por influenza 4,5% (1/22) não se identificou o tipo e 95,5% identificou-se a gripe do tipo A. Dos óbitos pelo tipo A, 81,0% (17/21) foram associadas ao A(H1N1)pdm09, 9,5% (2/21) pelo Influenza A não subtipável, 4,8% (1/21) foram por influenza A/H3 e 4,8% (1/21) por influenza A não subtipado.

Os municípios que registram óbitos de SRAG por influenza foram Belo Horizonte (7), Joao Monlevade (2), Juiz de Fora (2), Conselheiro Lafaiete (1), Timóteo (1), Sabará (1), Campo Belo (1), Uberlândia (1), Santa Rita de Jacutinga (1), Pedralva (1), Prata (1), Leopoldina (1), Andrelândia (1) e Mariana (1).

Resumindo: em 2019, foram confirmados, até o momento (26/06), 133 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo vírus da Influenza (132 amostras processadas e um por vínculo epidemiológico) . Desses casos, 22 evoluíram para o óbito, desses óbitos por influenza 4,5% (1/22) não se identificou o tipo e 95,5% identificou-se a gripe do tipo A. Dos óbitos pelo tipo A, 81,0% (17/21) foram associadas ao A(H1N1)pdm09, 9,5% (2/21) pelo Influenza A não subtipável, 4,8% (1/21) foram por influenza A/H3 e 4,8% (1/21) por influenza A não subtipado.

» Clique aqui e acesse o Informe Epidemiológico da Gripe (atualizado em 26/06/2019).

Dúvidas frequentes e outras informações sobre cuidados e prevenção da gripe estão disponíveis no site: www.saude.mg.gov.br/gripe

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Pesquisa descobre disponibilidade de água subterrânea no Norte de Minas Mon, 17 Jun 2019 12:59:39 -0300 https://coracaodejesus.mg.leg.br/noticia/visualizar/id/1012/?pesquisa-descobre-disponibilidade-de-agua-subterranea-no-norte-de-minas.html https://coracaodejesus.mg.leg.br/noticia/visualizar/id/1012/?pesquisa-descobre-disponibilidade-de-agua-subterranea-no-norte-de-minas.html A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), em cooperação com o Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam), contribuiu para a realização do Projeto Águas do Norte de Minas (PANM), estudo inédito feito pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM). A pesquisa detectou a presença de água subterrânea nas regiões Norte, Nordeste e Noroeste do estado, recurso potencial explorável correspondente a cerca de 20% do volume do reservatório da usina hidrelétrica de Três Marias.

De acordo com o diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fapemig, Paulo Sérgio Beirão, o estudo “abre novas possibilidades de desenvolvimento econômico e social para a região”. A pesquisa, que partiu de um acordo de cooperação técnica celebrado em 2010, faz parte de uma série de investigações fomentadas pela Fapemig no contexto da gestão de águas. O recurso descoberto poderá ser utilizado, por exemplo, para abastecimento regional ou irrigação.

“O Projeto Águas do Norte de Minas é um resultado importante dessa parceria do desenvolvimento da pesquisa aplicada, como forma de subsidiar o aprimoramento de políticas públicas. Nesse caso específico, ela gerou um resultado que será a base para toda gestão de uso de águas subterrâneas para o Norte de Minas, uma região crítica de disponibilidade de água, onde a água subterrânea é uma fonte significativa para garantir a segurança hídrica", diz Marília Melo, diretora-geral do Igam.

Sob o título de Projeto Águas do Norte de Minas (PANM), as áreas abrangidas pela iniciativa contemplaram as Unidades de Planejamento e Gestão de Recursos Hídricos (UPGRHs) dos rios São Francisco, Jequitinhonha, Mucuri, Pacuí e bacias do Leste mineiro, em uma extensão aproximada de 245.520 quilômetros quadrados, passando por 181 municípios. O estudo contou com cerca de 40 técnicos e pesquisadores.

Para o coordenador técnico do projeto e pesquisador da CPRM, Márcio Cândido, a viabilização da iniciativa se deu pela participação de importantes instituições, como a Fapemig, o Igam, a Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), Fundação Educativa de Rádio e Televisão de Ouro Preto (Feop), entre outras. Segundo Cândido, as instituições “entenderam a importância técnica e social dos estudos e se juntaram, a fim de levar a cabo sua realização, seja com a disponibilização de recursos financeiros, seja na alocação de horas técnicas de seus servidores”, observa.

Participação da Fapemig

De acordo com coordenador técnico do projeto, o valor financiado pela Fapemig teve como objetivo a aquisição de equipamentos que permitissem a estruturação da rede de monitoramento integrada e a realização do monitoramento (equipamentos e veículos apropriados), assim como a aquisição de softwares para análise e interpretação dos dados obtidos. Os recursos aplicados contribuíram, também, para a contratação de serviços de caracterização socioeconômica da região.

Ainda segundo Cândido, graças ao trabalho em conjunto de todos os envolvidos, foi possível agregar ao estudo o financiamento do custeio de implantação e operação da rede, incluindo a contratação e manutenção de equipe de hidrotécnicos para os trabalhos de campo; a contratação de serviços de perfuração de poços de monitoramento hidrogeológico; mapeamento geológico das bacias; consultoria técnica; análises químicas das águas; entre outros ganhos. “É o conhecimento da disponibilidade hídrica e uma gestão integrada, pautada por dados científicos, que pode minimizar os conflitos gerados pelo uso da água.”, finaliza.

A pesquisa resultou nas seguintes publicações científicas:

•          Relatório de integração: consolida os resultados obtidos das 14 bacias representativas com os dados regionais, disponíveis tanto neste estudo como nos projetos institucionais realizados anteriormente na área do projeto, bem como apresenta uma avaliação do limiar de vazão insignificante estabelecido pela DN-34 frente à disponibilidade hídrica subterrânea da região;

• Atlas Cartográfico: constituído por mapas básicos e temáticos em escala regional (1:2.500.000);

• Mapa Hidrogeológico em escala regional (1:1.000.000);

• Mapa de Recarga Hídrica Subterrânea em escala regional (1:1.000.000);

• Sistema de Informações Geográficas (SIG) do projeto;

•  Bancos de dados hidrometeorológicos

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Vigilância e prevenção à Febre Maculosa devem ser contínuas Mon, 17 Jun 2019 13:15:08 -0300 https://coracaodejesus.mg.leg.br/noticia/visualizar/id/1013/?vigilancia-e-prevencao-a-febre-maculosa-devem-ser-continuas.html https://coracaodejesus.mg.leg.br/noticia/visualizar/id/1013/?vigilancia-e-prevencao-a-febre-maculosa-devem-ser-continuas.html Nos períodos mais secos, meses de abril a outubro, os casos da doença tendem a aumentar, por isso é de fundamental importância intensificar as ações de vigilância do agravo e os cuidados preventivos.
A coordenadora de Zoonoses e Vigilância de Fatores de Risco Biológicos da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Mariana Gontijo, aponta que a doença é comum tanto em áreas rurais, quanto em áreas urbanas. “O carrapato é o principal vetor da bactéria. A espécie mais comum de carrapato que transmite a febre maculosa ao ser humano é a que está presente nos cavalos. Essa espécie de carrapato pode também ser encontrada em bovinos, roedores (capivaras e outros), marsupiais, cães e outros animais. A população de carrapatos aumenta em determinada área, em razão da disponibilidade de condições ambientais favoráveis, como presença de pastos “sujos” e vegetação favorável ao seu crescimento e reprodução, além da presença de animais que podem ser veiculadores deste vetor”, disse.

A doença

Transmitida ao ser humano pela picada do carrapato-estrela infectado pela bactéria Rickettsia rickettsii, a febre maculosa se manifesta por meio de febre alta, dor de cabeça, dores no corpo, mal estar, náuseas, vômitos e, em alguns casos, manchas avermelhadas na pele, especialmente na palma das mãos e na planta dos pés. Considerada grave, se não for tratada logo no início do aparecimento dos sintomas, pode levar à morte.

O diagnóstico tardio é um dos fatores que elevam a gravidade da doença. Assim, é fundamental que, diante de sintomas da doença, após a estadia em locais com grandes chances de infestação de carrapatos, o paciente procure imediatamente o serviço de saúde e relate ao profissional médico que esteve em áreas propícias para a presença desses animais. “Diante da suspeita clínica da febre maculosa, o tratamento deve ser iniciado imediatamente, devido à gravidade da evolução da doença. O início da investigação deve ser imediato, após a notificação, para que as medidas de prevenção e controle sejam adotadas em tempo oportuno”, enfatiza Mariana Gontijo.

Cuidados individuais

Como medidas gerais e individuais para prevenção da febre maculosa, a SES reforça alguns cuidados importantes para quem for frequentar áreas como matas, rios, cachoeiras e que possuem criação de animais domésticos como cães, cavalos, bem como ambientes com a presença de animais silvestres como capivaras ou gambás, que são propícios para os carrapatos. Durante o contato com estas áreas, a principal recomendação é que sejam realizadas inspeções no corpo em intervalos curtos de tempo, pois quanto antes os carrapatos forem identificados e retirados do corpo, menor a chance de transmissão da doença.

Outras medidas de prevenção:

  • Uso de repelentes à base da substância Icaridina, que são eficazes na prevenção de picadas por carrapatos em indivíduos que frequentam ambientes favoráveis à presença dos mesmos;
  • Uso de roupas de cor clara, vestimentas longas, calçados fechados (preferencialmente com meias brancas e de cano longo) ao frequentar ambientes favoráveis à presença de carrapatos, o que facilitará a visualização dos animais;
  • Uso de equipamentos de proteção individual nas atividades ocupacionais (capina e limpeza de pastos);
  • Evitar se sentar e deitar em gramados e em áreas de conhecida infestação de carrapatos em atividades de lazer como caminhadas, piqueniques, pescarias, etc;
  • Examinar o corpo periodicamente ao frequentar áreas propícias à presença de carrapatos, tendo em vista que quanto mais rápido eles forem retirados do corpo, menor a chance de infecção;
  • Se verificados carrapatos no corpo, retirá-los com leves torções e com o auxílio de pinça, evitando o contato com unhas e o esmagamento do animal;
  • Utilização periódica de carrapaticidas em cães, cavalos e bois, conforme recomendações do profissional médico veterinário;
  • Limpeza e capina periódica de lotes não construídos e áreas públicas com cobertura vegetal;
  • Manter vidros e portas fechados em veículos de transporte em áreas com risco de infestação de carrapatos.

Números de casos

Em Minas, até o dia 11/06, foram notificados nove casos da doença, sendo que seis destes casos evoluíram para óbito. Os óbitos ocorrem nos municípios de Faria Lemos (1), Contagem (4) e Raul Soares (1).

Após as notificações iniciais de um caso, a SES-MG, em conjunto com as Secretarias Municipais de Saúde, realiza visitas técnicas na região de ocorrência, para orientações e investigação epidemiológica; busca ativa de casos suspeitos; elaboração de Nota Técnica para orientação das medidas preventivas e de controle; para orientação à rede assistencial pública e privada, bem como alinhamento do fluxo assistencial e laboratorial de pacientes suspeitos. “A SES-MG tem trabalhado junto aos municípios para ampliar o conhecimento dos profissionais sobre a doença, emitindo alertas que favorecem o aumento da sensibilidade do sistema de vigilância. Dessa forma, os serviços de saúde são orientados para a realização de investigação que permite identificar novos casos da doença. As ações de vigilância da doença são contínuas, monitoradas e com ampla divulgação, sendo realizada em todo o estado de Minas Gerais durante todo o ano”, conclui Mariana Gontijo.

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Cresce 46% procura por Práticas Integrativas Complementares no SUS Mon, 18 Mar 2019 14:56:05 -0300 https://coracaodejesus.mg.leg.br/noticia/visualizar/id/1010/?cresce-46-procura-por-praticas-integrativas-complementares-no-sus.html https://coracaodejesus.mg.leg.br/noticia/visualizar/id/1010/?cresce-46-procura-por-praticas-integrativas-complementares-no-sus.html O uso das práticas integrativas no Sistema Único de Saúde (SUS) vem crescendo a cada ano, como complemento em tratamentos em saúde. Nas atividades coletivas, como yoga e tai chi chuan, o crescimento foi de 46%, passando de 216 mil para 315 mil, entre 2017 e 2018. Por isso, o Ministério da Saúde, a partir da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, passou a ofertar um rol de 29 práticas integrativas. São atividades que podem ser feitas individual ou coletivamente.

A quantidade de procedimentos relacionados a essas práticas, como uma sessão individual de auriculoterapia ou uma sessão de atividade coletiva, registrada nos sistemas do SUS entre 2017 e 2018, mais que dobrou, passando de 157 mil para 355 mil, aumento de mais de 126%. O reflexo desse aumento também pode ser visto no quantitativo de participantes nessas atividades, que cresceu 36%, de 4,9 milhões de participantes para 6,67 milhões no período.

>> Leia também: Benefícios do yoga para reduzir a ansiedade

Quando o SUS começou a implementar a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, em 2006, eram apenas cinco práticas disponíveis à população: medicina tradicional chinesa/acupuntura, homeopatia, medicina antroposófica, termalismo e fitoterapia. Atualmente esse rol conta com 29 práticas. Na última incorporação, o Ministério da Saúde adotou mais 14 práticas. Entre elas biodança, dança circular, musicoterapia, reiki, shantala, quiropraxia, yoga, entre outras.

As Práticas Integrativas e Complementares (PICS), como são chamadas no Brasil, são reconhecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Os documentos da OMS orientam os países a adoção dessas práticas nos seus sistemas nacionais de saúde. No Brasil, estas práticas foram reconhecidas e tiveram a ampliação solicitada no SUS em diversas Conferências Nacionais de Saúde, maior espaço representativo de gestores, trabalhadores e usuários. Além disso, diversos conselhos profissionais de saúde reconhecem e orientam o uso ético por seus profissionais, como enfermagem, odontologia, fisioterapia, farmácia, entre outros.

A indicação desse tratamento complementar, no SUS, ocorre no âmbito da Atenção Básica, nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e também no atendimento especializado, nas unidades hospitalares e centros especializados. Além de ampliar a diversidade da oferta, o número de estabelecimentos que atuam nessa linha também deu um salto de 13%. Passou de 22.164 em 2017 para 25.197 estabelecimentos em 2018.

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Combate ao Aedes Aegypti: prevenção e controle da Dengue, Chikungunya e Zika Mon, 18 Mar 2019 15:30:11 -0300 https://coracaodejesus.mg.leg.br/noticia/visualizar/id/1011/?combate-ao-aedes-aegypti-prevencao-e-controle-da-dengue-chikungunya-e-zika.html https://coracaodejesus.mg.leg.br/noticia/visualizar/id/1011/?combate-ao-aedes-aegypti-prevencao-e-controle-da-dengue-chikungunya-e-zika.html Combate ao Aedes Aegypti - #CombateAedes

O Ministério da saúde convoca a população brasileira a continuar, de forma permanente, com a mobilização nacional pelo combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, doenças que podem gerar outras enfermidades, como microcefalia e Guillain-Barré, o Aedes Aegypti.

O período do verão é o mais propício à proliferação do mosquitoAedes aegypti, por causa das chuvas, e consequentemente é a época de maior risco de infecção por essas doenças. No entanto, a recomendação é não descuidar nenhum dia do ano e manter todas as posturas possíveis em ação para prevenir focos em qualquer época do ano.

Por isso, a população deve ficar atenta e redobrar os cuidados para eliminar possíveis criadouros do mosquito. Essa é a única forma de prevenção. Faça a sua parte. #CombateAedes

DENUNCIE FOCOS DO MOSQUITO AEDES AEGYPTI:  Quando o foco do mosquito Aedes Aegypti é detectado e não pode ser eliminado pelos moradores ou pela população, como em terrenos baldios ou lixos acumulados na rua, a Secretaria Municipal de Saúde deve ser acionada para remover os possíveis focos/criadouros. Faça sua parte!

Dicas para combater o Aedes Aegypti

Repelentes e inseticidas

Organizando mutirão para combater o Aedes Aegypti

Como cuidar de casas e apartamentos no combate ao aedes aegypti?

Aprenda a limpar os reservatórios de água

AGORA É LEI: Os agentes de combate a endemias que trabalham no combate ao Aedes Aegypti podem realizar entrada forçada em imóveis públicos e particulares abandonados ou com ausência de pessoa que possa permitir o acesso ao local ou no caso de recusa de acesso.

Leia também: 9 curiosidades que você precisa saber sobre o Aedes aegypti

Sala Nacional de Coordenação e Controle

Ações de combate ao mosquito Aedes Aegypti

As principais ações de combate ao mosquito Aedes Aegypti e eliminação das arboviroses, como zika, dengue e chikumgunya, acontecem por diversas formas. A principal dela é atuação consciente e permanente da população.

No âmbito do Ministério da Saúde, existem:

  • Programas permanentes de prevenção e combate ao mosquito;
  • desenvolvimento de campanhas de informação e mobilização das pessoas;
  • fortalecimento da vigilância epidemiológica e entomológica para ampliar a capacidade de predição e de detecção precoce de surtos da doença;
  • melhoria da qualidade do trabalho de campo de combate ao vetor (mosquito Aedes Aegypti);
  • integração das ações de controle da dengue na atenção básica, com a mobilização dos Programas de Agentes Comunitários de Saúde (PACS) e Programas de Saúde da Família (PSF);
  • utilização de instrumentos legais que facilitem o trabalho do poder público na eliminação de criadouros em imóveis comerciais, casas abandonadas ou fechadas, terrenos baldios;
  • atuação em vários setores, por meio do fomento à destinação adequada de resíduos sólidos e a utilização de recursos seguros para armazenagem de água;
  • desenvolvimento de instrumentos mais eficazes de acompanhamento e supervisão das ações desenvolvidas pelo Ministério da Saúde, estados e municípios.
ATENÇÃOI: Como toda infecção, as doenças provocadas pelo mosquito Aedes Aegypti (zika, dengue, febre amarela e chikungunya) podem levar ao desenvolvimento síndrome de Guilliain-Barre encefalite e outras complicações neurológicas. Especialmente as regiões com epidemias por Zika Vírus, têm aumento substancial de internações de pacientes com a Guillain-Barré.

O que a população deve fazer para combater o mosquito Aedes Aegypti?

A principal ação que a população tem é se informar, conscientizar e evitar água parada em qualquer local em que ela possa se acumular, em qualquer época do ano.

As principais medidas de prevenção e combate ao Aedes Aegypti são:

  • Manter bem tampado tonéis, caixas e barris de água;
  • Lavar semanalmente com água e sabão tanques utilizados para armazenar água;
  • Manter caixas d’agua bem fechadas;
  • Remover galhos e folhas de calhas;
  • Não deixar água acumulada sobre a laje;
  • Encher pratinhos de vasos com areia ate a borda ou lavá-los uma vez por semana;
  • Trocar água dos vasos e plantas aquáticas uma vez por semana;
  • Colocar lixos em sacos plásticos em lixeiras fechadas;
  • Fechar bem os sacos de lixo e não deixar ao alcance de animais;
  • Manter garrafas de vidro e latinhas de boca para baixo;
  • Acondicionar pneus em locais cobertos;
  • Fazer sempre manutenção de piscinas;
  • Tampar ralos;
  • Colocar areia nos cacos de vidro de muros ou cimento;
  • Não deixar água acumulada em folhas secas e tampinhas de garrafas;
  • Vasos sanitários externos devem ser tampados e verificados semanalmente;
  • Limpar sempre a bandeja do ar condicionado;
  • Lonas para cobrir materiais de construção devem estar sempre bem esticadas para não acumular água;
  • Catar sacos plásticos e lixo do quintal.

Cuidados na gestação devem ser diáros - contra o mosquito Aedes Aegypti

Cuidados com a saúde devem ser diários. No período da gravidez, essa atenção com a saúde deve ser redobrada, principalmente em relação ao mosquito da dengue (aegypti) e as doenças que ele pode transmitir (dengue, febre amarela, zika e chikungunya).

  • a gestante deve ser acompanhada em consultas de pré-natal;
  • realizar todos os exames recomendados pelo médico;
  • não consumir bebidas alcoólicas ou qualquer tipo de droga;
  • não usar medicamentos sem orientação médica.

Ultimamente, a preocupação com o mosquito Aedes aegypti, que transmite a dengue, a febre chikungunya e também o vírus Zika, aumentou. O Ministério da Saúde está investigando o nascimento de bebês commicrocefalia relacionada ao vírus Zika. Por isso, alguns cuidados, que já devem fazer parte da rotina da população, precisam ser aumentados:

  • Adoção de medidas que eliminem a presença de mosquitos transmissores de doenças e seus criadouros (retirar recipientes que tenham água parada e cobrir adequadamente locais de armazenamento de água);
  • Proteção contra mosquitos, com portas e janelas fechadas ou teladas;
  • Uso de calça e camisa de manga comprida e com cores claras;
  • Denúncia de locais com focos do mosquito à prefeitura;
  • Mosquiteiros proporcionam boa proteção pra aqueles que dormem durante o dia (por exemplo: bebês, pessoas acamadas e trabalhadores noturnos);
  • Uso de repelentes indicados para gestantes.

Repelentes

Os repelentes de uso tópico, aplicado na pele, podem fazer parte dos cuidados contra dengue, chikungunya e Zika. A recomendação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária ) é clara: não há qualquer impedimento para a utilização desses produtos por mulheres grávidas, desde que os repelentes estejam devidamente registrados na Agência. As recomendações de uso descritas no rótulo de cada produto devem ser seguidas à risca. Os produtos à base de DEET não devem ser usados em crianças menores de dois anos. Entre 2 anos e 12 anos, a concentração máxima do produto deve ser de 10% e a aplicação deve se restringir a três vezes por dia. Alguns cuidados devem ser observados no uso:

  • Repelentes devem ser aplicados nas áreas expostas do corpo e por cima da roupa;
  • A reaplicação deve ser realizada de acordo com indicação de cada fabricante;
  • Para aplicação da forma spray no rosto ou em crianças, o ideal é aplicar primeiro na mão e depois espalhar no corpo, lembrando sempre de lavar as mãos com água e sabão depois da aplicação.
  • Em caso de contato com os olhos, é importante lavar imediatamente a área com água corrente.

Além do DEET, os princípios ativos mais recorrentes em repelentes no Brasil são utilizados em cosméticos: o Icaridin e o IR 3535, além de óleos essenciais, como Citronela. Embora não tenham sido encontrados estudos de segurança realizados em gestantes, estes princípios são reconhecidamente seguros para uso em produtos cosméticos conforme regulamentação do setor.

Repelentes ambientais e inseticidas

Repelentes Ambientais

Inseticidas, usados para matar mosquitos adultos, e repelentes ambientais, usados para afastar os mosquitos (encontrados na forma de espirais, líquidos e pastilhas de aparelhos elétricos), também podem ser adotados no combate ao mosquito Aedes aegypti, desde que registrados na Anvisa e sejam obedecidos todos os cuidados e precauções descritas nos rótulos dos produtos. Os inseticidas “naturais” à base de citronela, andiroba e óleo de cravo, entre outros, não possuem comprovação de eficácia nem a aprovação pela Anvisa, até o momento. Portanto, todos os produtos anunciados como “naturais”, comumente comercializados como velas, odorizantes de ambientes, limpadores e os incensos, que indicam propriedades repelentes de insetos, não estão aprovados pela Agência e não possuem eficácia comprovada.

Zika X Microcefalia

O aumento de casos de microcefalia em bebês, relacionada ao vírus Zika, está preocupando as gestantes. O risco foi identificado nos primeiros três meses de gravidez. As investigações sobre o tema continuam para esclarecer questões como a transmissão desse agente, a sua atuação no organismo humano, a infecção do feto e período de maior vulnerabilidade para a gestante.

Os casos de microcefalia reforçam ainda mais a importância dos cuidados para eliminação do mosquito da dengue (aedes aegypiti).

Aleitamento materno

Aleitamento MaternoComo não há evidência científica que demonstre a transmissão do vírus Zika pelo leite materno, o Ministério da Saúde recomenda que seja mantido o aleitamento materno contínuo até os dois anos ou mais, sendo exclusivo nos primeiros seis meses de vida. O aleitamento materno é a estratégia isolada que mais previne mortes infantis, além de promover a saúde física, mental e psíquica da criança e da mulher que amamenta. Da mesma forma, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), dos Estados Unidos da América, também recomenda a manutenção da amamentação nesta situação.

Qual o ciclo do mosquito Aedes Aegypti?

O ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti compreende quatro fases: ovo, larva, pupa e adulto. Os ovos são depositados em condições adequadas, ou seja, em lugares quentes e úmidos, preferencialmente depositados em lugares próximos a linha d’água, em recipientes como latas e garrafas vazias, pneus, calhas, caixas d’água descobertas, pratos sob vasos de plantas dentro ou nas proximidades das casas, apartamentos, hotéis, ou em qualquer local com água limpa parada. Apesar disso, alguns estudos apontam focos do mosquito em água suja também.

O macho alimenta-se de seivas de plantas. A fêmea, no entanto, necessita de sangue humano para o amadurecimento dos ovos, que são depositados separadamente nas paredes internas dos objetos, próximos a superfícies de água, local que lhes oferece melhores condições de sobrevivência.

Combate ao Aedes Aegypti: ciclo do mosquito

O que é o mosquito Aedes Aegypti?

O Aedes aegypti é o nome científico de um mosquito ou pernilongo que transmite a dengue, febre amarela urbana, além da zika e da chikungunya, doenças chamadas de arboviroses. Possui uma característica que o diferencia dos demais mosquitos, que é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas.

O Aedes aegypti não é um mosquito nativo. Originário da África, já foi eliminado do Brasil na história do controle da dengue em 1955, retornando em 1976 por falhas de cobertura de ações do controle. Provavelmente teve sua reintrodução por meio de fronteiras e portos e alcança altas infestações em domicílios localizados em regiões com altas temperaturas e umidades, principalmente na época chuvosa e quente (verão), típica de países tropicais como o Brasil. 

IMPORTANTÍSSIMO: A dificuldade do controle do mosquito no Brasil é a não uniformidade do cumprimento das diretrizes do programa de controle da dengue, zika e chikungunya em todos os municípios, além da incapacidade da vigilância epidemiológica e entomológica em eliminar todos os focos (criadouros) possíveis existentes em todas as regiões de todas as cidades brasileiras. Por isso, a participação social é fundamental. É necessário que cada um faça sua parte, eliminando todos os possíveis focos de proliferação do mosquito.

Quais períodos do ano mais favoráveis para surtos de Aedes Aegypti?

Os maiores casos e epidemias das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti ocorrem no período das chuvas, de outubro a março, em razão das condições ambientais estarem mais propícias ao desenvolvimento dos ovos. No entanto, é importante manter higiene e ter cuidado com todos os locais que podem acumular água parada em qualquer época do ano, pois os ovos são resistentes a dessecação e podem sobreviver no meio ambiente 450 dias, bastando pouca quantidade de agua como uma pequena poça para que haja a eclosão das larvas.

Essa é a forma de prevenção mais efetiva e depende, principalmente, da população.

O Aedes Aegypti pode sobreviver e transmitir doenças em qualquer época do ano?

Sim, o mosquito sobrevive e pode transmitir arboviroses em qualquer época do ano. Porém, o aumento do número de casos ocorre nos meses mais quentes e chuvosos pela maior eclosão de larvas, maior disponibilidade de pequenas ou médias acumulações de água nos criadouros diversos e aumento do número de mosquitos adultos.

Quais são as pessoas mais suscetíveis às doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti?

A susceptibilidade aos arbovirus é universal. No entanto, fatores de risco individuais, tais como idade, etnia, presença de outra doenças na pessoa e infecção secundária podem determinar a gravidade da doença. Crianças mais novas, particularmente, podem ser menos capazes que adultos de combater os vírus e, consequentemente, têm maior risco e choque por dengue, principalmente. Grupos de pessoas que possuem piores condições socioeconômicas e que vivem em lugares com pior qualidade ambiental também podem ser mais susceptíveis devido a quantidade maior de criadouros para o desenvolvimento das larvas do mosquito, que acontece basicamente em locais onde se acumula água parada.

Quais as regiões mais suscetíveis ao desenvolvimento do mosquito Aedes Aegypti?

A distribuição do mosquito Aedes Aegypti é em toda faixa tropical do globo terrestre. Cidades bastante urbanizadas. Locais onde haja o crescimento urbano desordenado com maior número de imóveis ocupados por borracharias, depósitos de materiais de reciclagem, oficinas mecânicas, que possuem menor renda per-capita, que vivem em bairros com maior proporção de ruas sem pavimentação. Locais com maior quantidade de criadouros como piscinas, caixas d’agua parcialmente tampadas, lixos, garrafas, pneus e sucata a céu aberto.

Quais são as doenças que o mosquito Aedes Aegypti pode transmitir?

O mosquito Aedes aegypti é transmissor de algumas doenças, conhecidas como arbivorses. É importante ressaltar que somente os mosquitos infectados transmitem a doença.

As principais doenças transmitidas pelo Aedes aegypti são:

  • Febre Amarela: febre alta, mal estar, dores musculares, dor de cabeça e calafrios.
    Acesse a página temática de Febre Amarela

  • Dengue: febre alta súbita, dor de cabeça e dor no corpo e articulações, náuseas e vômitos, também podem haver manchas vermelhas no corpo e coceira.
    Acesse a página temática de Dengue

  • Zika: recente no Brasil e que tem provocado muita preocupação, principalmente nas gestantes, pelo fato de estar sendo associada às ocorrências de microcefalia em recém-nascidos.Sintomas: febre não muito alta, dor de cabeça, dor nas articulações, manchas vermelhas no corpo com coceira, vermelhidão nos olhos e cansaço, em algumas pessoas pode não ter nenhum sintoma.
    Acesse a página temática de Zika

  • Chikungunya: doença que ocorre junto com a dengue e cujos sintomas se confundem: febre alta súbita, dor de cabeça constante, manchas vermelhas no corpo com coceira intensa e dor forte nas articulações com inchaço.
    Acesse a página temática especializada de Chikungunya

Telessaúde - Combate ao Aedes Aegypti

Os agentes comunitários de saúde, agentes de combate às endemias e os militares têm um novo canal de informações para o combate ao Aedes aegypti: o telefone 0800 645 3308. O serviço oferece suporte para esclarecimento de dúvidas sobre identificação de focos do mosquito transmissor da dengue, chikungunya e Zika, além da mobilização da população para o enfrentamento ao vetor. Para médicos e enfermeiros da Atenção Básica, incluindo os participantes do Programa Mais Médicos, o atendimento é feito pelo 0800 644 6543, por meio do registro de identificação profissional e da Unidade Básica de Saúde que o profissional está vinculado. Neste número, são reforçadas as orientações sobre a utilização de serviços de saúde para o atendimento aos casos suspeitos e demais orientações para população sobre diagnóstico e tratamento das doenças causadas pelo mosquito e a microcefalia, além de outras dúvidas clínicas. O esclarecimento pelo 0800 ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h30, pela central Telessaúde, que integra o Programa Telessaúde Brasil Redes do Ministério da Saúde.

MITOS E VERDADES SOBRE O MOSQUITO AEDES AEGYPTI E ARBOVIROSES

Citronela, andiroba e óleo de cravo: estes produtos funcionam para afastar o mosquitoAedes aegypti?

Essas alternativas não são totalmente ineficazes, mas elas não garantem o resultado que as pessoas esperam com relação ao Aedes aegypti. O indicado é observar o que o Ministério da Saúde recomenda: tirar 10 minutos do tempo de cada um, e o próprio cidadão inspecionar a sua casa, verificar se não há nenhum depósito com a água parada, depósitos expostos à chuva ou qualquer objeto que possa acumular água.

O mosquito Aedes Aegypti só pica de dia?

O Aedes aegypti tem hábitos diurnos, no interior da residência ele pode ser encontrado, preferencialmente, em locais sombreados e escuros, como por exemplo, atrás da geladeira, atrás das cortinas, atrás do guarda-roupa. O Aedes pode se alimentar de sangue humano durante o dia inteiro. O cidadão deve arejar a casa, abrir as janelas, ventilar o ambiente, pois o inseto tem fotofobia - aversão à luz -. Assim, recomenda-se manter a casa diariamente arejada e clareada. Mas, atenção: se existir algum espécime do vetor dentro de casa, em que o morador passe o dia inteiro fora e inexistir fonte de alimentação, pode ocorrer do Aedes aegypti picar no período da noite. Ele é um mosquito inteiramente adaptado e adaptável ao meio urbano. Comumente, ele pica durante o dia, mas dependendo da necessidade e do ambiente, ele pode picar a noite também.

O mosquito Aedes Aegypti já nasce infectado pelas doenças que transmite?

O mosquito pode apresentar partículas virais, no entanto, a carga não é suficiente para infectar outras pessoas. Ele se infecta ao picar um ser humano em seu período de viremia, em que o paciente apresenta os primeiros sintomas, e geralmente dura uma semana.

O mosquito Aedes Aegypti  se reproduz apenas em água limpa?

Isso é um mito! Nos últimos 20 anos vem ocorrendo um processo de adaptação biológica no vetor. Hoje, com os altos índices de infestação, a probabilidade da adaptação é alta. Atualmente já encontramos Aedes em fossas, cisternas, boca de lobo, ou seja, depósitos que antes não eram explorados pelo mosquito vêm sendo utilizado para postura dos ovos. É possível encontrar o Aedes aegypti na água suja sim.

O mosquito Aedes Aegypti pode transmitir o vírus HIV?

Não. Até o presente momento o Aedes aegypti transmite, comprovadamente, dengue, febre amarela urbana, Zika e chikungunya.

O mosquito Aedes Aegypti pica em áreas da zona rural?

Não há registro de grandes infestações ou infestação considerável de Aedes aegypti em área rural neste local há outro Aedes, o Aedes albopictus.

Recomendações gerais para viajantes no combate ao aedes aegypti

Independente do destino ou motivo da viagem é importante que o viajante adote medidas para reforçar a proteção contra o mosquito Aedes aegypti, como utilizar repelentes, manter portas e janelas fechadas ou teladas, usar calça e camisa de manga comprida etc.

No caso de viagens, as recomendações para prevenir as doenças causadas pelo mosquito da dengue (aedes aegypti) são essas:

  • Ao chegar ao seu local de hospedagem (hotel, pousada, albergue e outros), verifique cuidadosamente se há algum criadouro do mosquito e elimine-o;
  • O risco de infecção por dengue, Chikungunya e vírus Zika podem ser reduzidos, se forem evitadas as picadas.
  • Hospede-se em locais que disponham de telas de proteção nas portas e janelas, especialmente se estiver longe das capitais, ou leve o mosquiteiro/cortinado como alternativa;
  • Em passeios eco turísticos, utilize roupas que protejam o corpo contra picadas de insetos e carrapatos, como camisas de mangas compridas, calças, meias e sapatos fechados;
  • Aplique repelente nas áreas expostas da pele, seguindo a orientação do fabricante;
  • Pessoas infectadas com os vírus Zika, chikungunya ou dengue são o reservatório de infecção para outras pessoas, tanto em casa como na comunidade. Portanto, a pessoa doente, deve seguir as medidas de proteção, evitando a propagação da doença.

No caso das gestantes, o Ministério da Saúde recomenda que elas façam um pré-natal qualificado e todos os exames previstos nesta fase, além de relatarem aos profissionais de saúde qualquer alteração que perceberem durante a gestação. É importante reforçar que, em qualquer situação, as gestantes precisam consultar seu médico antes de viajar e que é necessário um cuidado especial em viagens. Medidas de prevenção pessoal para gestantes e mulheres em idade fértil com possibilidade de engravidar:

  • Evite ambientes com presença de mosquitos, sem as medidas de proteção recomendadas;
  • Sempre que possível utilize roupas que protejam a maior parte possível da superfície da pele;
  • Os repelentes à base de DEET, icaridin, ou picaridin e IR 3535ou EBAAP, são considerados seguros para uso durante a gestação;
  • Se houver qualquer alteração no seu estado de saúde, comunique o fato aos profissionais de saúde para acompanhamento da gestação;
  • Antes de fechar a casa para viajar, verifique cuidadosamente se há algum criadouro do mosquito e elimine-o.
  • Pessoas infectadas com os vírus Zika, Chikungunya ou Dengue são o reservatório de infecção para outras pessoas, tanto em casa como na comunidade. Portanto, a pessoa doente, deve seguir as medidas de proteção acima citadas. Evitando a propagação da doença.
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No Dia da Consciência Negra, IV Caminhada de Promoção da Igualdade Racial reúne estudantes na Cidade Tue, 20 Nov 2018 16:38:44 -0200 https://coracaodejesus.mg.leg.br/noticia/visualizar/id/1009/?no-dia-da-consciencia-negra-iv-caminhada-de-promocao-da-igualdade-racial-reune-estudantes-na-cidade.html https://coracaodejesus.mg.leg.br/noticia/visualizar/id/1009/?no-dia-da-consciencia-negra-iv-caminhada-de-promocao-da-igualdade-racial-reune-estudantes-na-cidade.html Mesmo a manhã chuvosa não desestimulou os mais de cem estudantes da rede estadual de ensino que foram até a Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, nesta terça-feira (20/11), para celebrar o Dia da Consciência Negra. Eles participaram da “IV Caminhada de Promoção da Igualdade Racial”, iniciativa da Secretaria de Estado de Educação (SEE) que tem por objetivo sensibilizar a sociedade sobre a importância de se reconhecer e valorizar a cultura afro-brasileira.

“A caminhada simboliza um marco e um ponto de partida importante. Ao longo dos quatro anos de realização da caminhada, tivemos a necessidade de materializar políticas que antes eram apenas de fomento. A materialidade dessa política que envolve a educação para as relações étnico-raciais acontece com a institucionalização dos Núcleos de Pesquisa e Estudos Africanos e Afro-Brasileiros e da Diáspora (Nupeaas). As pesquisas de iniciação cientifica protagonizadas pelos estudantes revelam o quanto é possível ainda sonhar com escolas anti-racistas e que podemos alcançar o ideal de constituir uma sociedade mineira mais equânime e igualitária”, destaca a Superintendente de Modalidades e Temáticas Especiais de Ensino da SEE, Iara Félix Pires Viana. 

Cerca de 150 jovens participaram da ação, na Cidade Administrativa. Foto: Carlos Alberto / Imprensa - MG
Cerca de 150 jovens participaram da ação, na Cidade Administrativa. Foto: Carlos Alberto / Imprensa - MG

A IV Caminhada de Promoção da Igualdade Racial em Belo Horizonte marcou a largada para as outras caminhadas realizadas pelo Estado. “No ano passado, tivemos cerca de 800 mil jovens nas ruas, contabilizando também as prefeituras que participaram e aderiram ao projeto da caminhada. Esperamos que este ano este número seja superior e que a caminhada seja um momento de culminância das ações que as escolas realizaram com os alunos sobre o tema. Esperamos que elas tenham discutido ferrenhamente sobre a educação para as relações étnico-raciais com seus alunos”, completa Iara.

Todas as escolas que participaram da ação contam Nupeaas e desenvolvem pesquisas cientificas com enfoque na história, ciência, tecnologia, filosofia e trajetória político-social dos africanos em diáspora, e na história e cultura afro-brasileira.

Os estudantes que participam do Nupeaas da Escola Estadual José Luiz de Carvalho, em Ribeirão das Neves, desenvolvem um projeto sobre os costumes do quilombo Nossa Senhora do Rosário, que fica próximo à escola. Aluna do 3º ano do Ensino Médio, Maria Eduarda Gonzaga dos Santos, conta como é trabalhar a temática. “É uma experiência e tanto. É muito bom e estamos aprendendo bastante. Na nossa feira de ciências, vamos abordar as ervas medicinais e outros aspectos da comunidade quilombola”.

A estudante ressalta ainda que com a implantação do Nupeaas, a discussão da temática ficou mais aprofundada. “Agora conseguimos realmente fazer um trabalho. Estamos realmente fazendo um projeto na escola. Antes a única coisa que era feita eram cartazes”, conclui Maria Eduarda.

Já a aluna da Escola Estadual Nova Contagem, em Contagem, dá o recado. “Temos sempre que pensar que práticas racistas não são brincadeiras”, afirma a aluna do 2º ano do Ensino Médio, Mayuri Teixeira.

Homenagens

Ao fim da caminhada, a Secretaria de Estado de Educação homenageou com o “Selo Afroconsciência” a Escola Saga, que por meio de uma parceria irá levar oficinas com foco em tecnologia para os jovens dos 94 Núcleos. Também foi homenageado o militante do movimento negro, historiador, filósofo e pesquisador na área cultural, Marcos Cardoso, que agradeceu a lembrança. “Pra mim, é uma honra receber essa homenagem tão gentil a partir do meu envolvimento na fase inicial do projeto. Envolver a juventude no processo de desenvolvimento da pesquisa e estimular a produção científica no Ensino Médio é muito importante”.

Exposição ficará montada até o dia 23 de novembro. Foto: Carlos Alberto / Imprensa - MG
Exposição ficará montada até o dia 23 de novembro. Foto: Carlos Alberto / Imprensa - MG

Exposição "Itinerários Nupeaas”
Além da caminhada, até o dia 23 de novembro, os servidores da Cidade Administrativa poderão conhecer um pouco mais dos trabalhos científicos desenvolvidos pelos Nupeaas. A Exposição "Itinerários NUPEAAs" apresenta o resultado do trabalho realizado por 35 núcleos e está montada no subsolo do Prédio Minas.

Núcleos de Pesquisa e Estudos Africanos e Afro-Brasileiros e da Diáspora
Os Nupeaas constituem-se em espaços de fomento à reflexão, pesquisa e produção científica, cultural e artística, com enfoque na história, ciência, tecnologia, filosofia e trajetória político-social dos africanos em diáspora, e na história e cultura afro-brasileira como elementos necessários à ressignificação da trajetória escolar dos alunos do ensino médio e pela solidificação de ações pedagógicas de combate às práticas de racismo e discriminação nos ambientes escolares. A ação faz parte da campanha da Afroconsciência. Atualmente, 1128 alunos participam diretamente dos Núcleos.

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Ministério da Saúde chama atenção para a Semana Nacional de Prevenção do Câncer Bucal Mon, 05 Nov 2018 15:42:08 -0200 https://coracaodejesus.mg.leg.br/noticia/visualizar/id/1008/?ministerio-da-saude-chama-atencao-para-a-semana-nacional-de-prevencao-do-cancer-bucal.html https://coracaodejesus.mg.leg.br/noticia/visualizar/id/1008/?ministerio-da-saude-chama-atencao-para-a-semana-nacional-de-prevencao-do-cancer-bucal.html De 5 a 9 de novembro acontece a Semana Nacional de Prevenção do Câncer Bucal no país. O período, previsto na Lei nº 13.230/2015, é realizado sempre na primeira semana de novembro. O  objetivo da data é estimular junto aos gestores e à população, ações preventivas, campanhas educativas, debater políticas públicas, apoiar atividades organizadas e desenvolvidas pela sociedade civil, entre outros. Durante toda esta semana, o Ministério da Saúde irá realizar ações de comunicação, nas redes sociais, tv e rádio, para informar o que é a doença, como preveni-la, e orientar sobre onde e quais os serviços de saúde bucal estão disponíveis à população no Sistema Único de Saúde (SUS). A pasta também criou página exclusiva sobre a doença em seu portal.

O câncer de boca está mais presente entre os homens e 70% dos casos são diagnosticados em indivíduos com idade superior a 50 anos. Afeta os lábios e o interior da cavidade oral. Dentro da boca devem ser observados gengivas, bochechas, céu da boca, língua (principalmente as bordas), além da região embaixo da língua. O câncer do lábio é mais comum em pessoas brancas e ocorre mais frequentemente no lábio inferior. A estimativa de novos casos de câncer de boca para 2018, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), é de 14,7 mil, sendo 11,2 mil homens e 3,5 mil mulheres.

Atitudes simples como abstenção de fumo e bebidas alcoólicas, dieta rica em alimentos saudáveis e boa higiene oral diminuem as chances de desenvolver a maioria das doenças malignas, inclusive os tumores na boca, que são os mais comuns tipos de câncer de cabeça e pescoço no Brasil. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que a prevenção pode ajudar a reduzir a incidência de câncer em até 25% até 2025.

ATENDIMENTO NO SUS

No Sistema Único de Saúde (SUS), por meio da Política Nacional de Saúde Bucal, são desenvolvidas ações de promoção, prevenção e recuperação da saúde bucal da população brasileira. Hoje, o Brasil é referência mundial na oferta de saúde bucal pública. Nos últimos 12 anos, foram criados  mecanismos de ampliação desse acesso de forma universal e integral, por meio de ações coletivas e individuais, inserindo-se simultaneamente na atenção básica, especializada e hospitalar. 

A coordenadora de Saúde Bucal do Ministério da Saúde, Lívia Maria Almeida de Souza, ressalta que o país tem muito a comemorar com os resultados obtidos com a Política Nacional de Saúde Bucal, que neste ano completou 14 anos de existência. “Conseguimos implantar o programa na atenção básica, secundária e terciária. O indivíduo que necessitar de tratamento odontológico poderá ser atendido nesses três níveis de atenção. Na atenção especializada, ele pode ser atendido em um Centro Especializado Odontológico (CEO) para tratamento de canal, por exemplo. Temos 1.121 CEO que atende cinco especialidades mínimas obrigatórias. Caso esse paciente necessite, poderá ser atendido nos hospitais públicos que oferecem a rede de cuidado para as pessoas com deficiência. Desta forma, temos um quantitativo que abrange toda a população brasileira em termos de atendimento odontológico”, disse Lívia.

O atendimento bucal, no SUS, começa na Atenção Básica e é realizado pelas equipes de Saúde Bucal, que integram as equipes da estratégia Saúde da Família. O primeiro passo a ser dado por quem precisa de atendimento bucal é buscar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima da sua residência. O SUS conta ainda com 302 Unidades Odontológicas Móveis, sendo que destas, 33 são Unidades Odontológicas Móveis (UOM) nos Distritos Sanitários Indígenas (DSEI) e 7 são Unidades Odontológicas Móveis (UOM) em Consultórios na Rua (CnaR). Esses serviços permitem ampliar o acesso de saúde bucal a populações específicas e vulneráveis.

A partir da avaliação inicial do dentista, o paciente pode ser encaminhado à atenção especializada, nos CEO. Essas unidades especializadas realizam serviços de diagnóstico bucal, com ênfase no diagnóstico e detecção do câncer de boca; periodontia especializada; cirurgia oral menor dos tecidos moles e duros; endodontia; e atendimento a portadores de necessidades especiais. Hoje são 1.121 CEO em todo o país.

As equipes de Saúde Bucal podem ser compostas por: cirurgião-dentista; técnico ou auxiliar em saúde bucal ou pelo cirurgião-dentista; e técnico em saúde bucal + auxiliar ou técnico em saúde bucal. Toda equipe é responsável por um território que, em geral, concentra de 3 mil a 4 mil pessoas. As equipes, que atuam na Atenção Básica, são responsáveis por realizar minimamente, ações de promoção, prevenção, diagnóstico, tratamento, reabilitação e  manutenção da saúde, buscando resolver pelo menos 80% das demandas apresentadas pelos cidadãos.

Há ainda, no âmbito do SUS, 1.921 Laboratórios Regionais de Próteses Dentárias (LRPD), que realizam o serviço de prótese dentária total, prótese dentária parcial removível e/ou prótese coronária/intrarradiculares e fixas/adesivas.

Atualmente são  26.655 Equipes de Saúde Bucal presentes em 5.043 municípios brasileiros. Desta forma, cerca de 90,53% dos municípios do país têm, ao menos, uma das principais linhas de ação da Política Nacional de Saúde Bucal.

Em 2017 foram realizados pelo SUS 626.910 procedimentos de próteses dentárias. Entre janeiro a maio de 2018 já foram 243.937. Já as atividades de diagnóstico bucal, periodontia especializada, cirurgia e endodontia ofertadas nos CEO somaram 836.964 procedimentos. Nos estabelecimentos especializados que atendem a pessoas com deficiência foram registrados 734.800 procedimentos.

OUTRAS AÇÕES

Também por meio da saúde bucal do SUS, atualmente, 111,7 milhões de pessoas, que moram em 5.060 municípios, dispõem de fluoretação regular da água para consumo humano.

O Ministério da Saúde conta ainda com articulação intersetorial envolvendo o Ministério da Educação (MEC). O Programa Saúde na Escola estabelece ações voltadas às crianças, adolescentes, jovens e adultos da educação pública brasileira. Entre as ações, estão medidas como incentivo à aplicação do flúor, escovação supervisionada e rodas de conversas com alunos, pais, responsáveis e professores. Atualmente, 18,3 milhões de estudantes de 78.934 escolas participantes são beneficiados pela iniciativa.

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Saúde da mulher é destaque em congresso internacional Tue, 16 Oct 2018 11:18:33 -0300 https://coracaodejesus.mg.leg.br/noticia/visualizar/id/1007/?saude-da-mulher-e-destaque-em-congresso-internacional.html https://coracaodejesus.mg.leg.br/noticia/visualizar/id/1007/?saude-da-mulher-e-destaque-em-congresso-internacional.html O ministro da Saúde, Gilberto Occhi, participou, neste domingo (14), da abertura do XXII Congresso Mundial de Ginecologia e Obstetrícia - FIGO, no Rio de Janeiro (RJ). O evento, que segue até a próxima sexta-feira (19), é um dos maiores eventos globais sobre saúde materna e infantil. São esperados cerca de 15 mil médicos, como obstetras, ginecologistas entre outros profissionais da saúde. Durante uma semana, serão debatidos todos os aspectos da saúde da mulher no mundo, abrangendo a prática diária da asistência médicas e os mais recentes avanços e práticas de gestão e cuidado com a saúde da mulher.

"No Brasil, a preocupação com os direitos e saúde da mulher busca observar as diversas necessidades neste setor. Avançamos na legislação de combate a violência contra a mulher, nos direitos relacionados ao trabalho, como a licença maternidade, o que inclui o homem, e no apoio durante as todas as etapas da gestação, como o direito ao acompanhante durante o parto", destacou o ministro da Saúde, Gilberto Occhi.

O Congresso Mundial de Ginecologia e Obstetrícia é um espaço para promoção do conhecimento em questões específicas da saúde das mulheres e ocorre a cada três anos em um país diferente. Após 15 anos, o evento retorna à América Latina - o último ocorreu no Chile, em 2003.

Após a abertura do Congresso, o ministro da Saúde se reuniu com a subsecretária da ONU e diretora executiva do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Natalia Kanem. No encontro, foi discutido a parceria entre Ministério da Saúde e UNFPA para o fortalecimento de ações e políticas públicas relacionadas à saúde da mulher nas américas.

Saúde da Mulher

O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza às mulheres brasileiras cuidado integral e humanizado, com acolhimento oportuno e efetivo nos resultados de promoção da saúde, prevenção da doença, diagnóstico precoce e tratamento durante todo o seu ciclo de vida, proporcionando mais qualidade de vida e redução de mortes por causas preveníveis.

Esse cuidado é iniciado desde os primeiros momentos de vida e crescimento. O SUS oferta todas as vacinas recomendadas pela Organização Mundial de Saúde e, já no início da adolescência e visando à prevenção de infecções com transmissão sexual e do câncer de colo de útero, é ofertada a vacina contra HPV para meninas de 9 a 14 anos. O Brasil foi o primeiro país da América do Sul a disponibilizar também para meninos, de 11 a 14 anos, no Programa Nacional de Imunização.

Além disso, no que diz respeito à saúde sexual e reprodutiva, o SUS disponibiliza nove tipos de métodos contraceptivos. Desde o ano passado, foi ampliado o acesso ao DIU no período pós-parto e pós-abortamento nas maternidades públicas.

Quando a mulher opta pela maternidade, o SUS garante o acompanhamento da gestante desde a confirmação de gravidez, consultas do pré-natal, incluindo o pré-natal do homem, exames e o parto, com foco na humanização do atendimento à mulher e sua família, até a atenção puerperal e aconselhamento para o planejamento reprodutivo.

REDE CEGONHA

Desde 2011, a estratégia Rede Cegonha visa a reorganização da rede e redução da mortalidade materna e infantil, na busca de garantir mais acesso, acolhimento e qualidade na atenção ao parto e nascimento. Atualmente 5.488 municípios implementaram a estratégia que tem a mulher como protagonista deste processo. Esta ação tem contribuído na redução das taxas de cesárea no Brasil, em queda desde 2015.

A redução das taxas de mortalidade materna e neonatal também é um compromisso assumido pelo Brasil. Ainda dentro da Rede Cegonha, foram implantados iniciativa como o Projeto Zero Morte Materna por Hemorragia e o Projeto de Aprimoramento e Inovação no Cuidado e Ensino em Obstetrícia e Neonatalogia (APICE ON) com o objetivo de qualificar o manejo de emergências obstétricas e de fortalecimento das práticas obstétricas e neonatais fundamentadas em evidências científicas na atenção ao parto e nascimento em 97 hospitais de ensino, potenciais multiplicadores do processo.

Neste ano, também está em curso a implementação do projeto Parto Cuidadoso como um importante instrumento de monitoramento e avaliação das boas práticas nas maternidades e que permitirá a profissionais de saúde e gestores do SUS monitorar, avaliar e comparar indicadores de qualidade do cuidado ao parto e nascimento, incluindo as taxas de cesárea.

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Inep divulga dados sobre nível socioeconômico das escolas Tue, 25 Sep 2018 14:01:52 -0300 https://coracaodejesus.mg.leg.br/noticia/visualizar/id/1006/?inep-divulga-dados-sobre-nivel-socioeconomico-das-escolas.html https://coracaodejesus.mg.leg.br/noticia/visualizar/id/1006/?inep-divulga-dados-sobre-nivel-socioeconomico-das-escolas.html O Indicador de Nível Socioeconômico das Escolas de Educação Básica (Inse) 2015 está disponível para consulta no Portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia vinculada ao Ministério da Educação. O Indicador permite contextualizar o desempenho das escolas nas avaliações e exames realizados pelo Instituto. As bases para a construção do Inse foram os microdados dos questionários contextuais dos participantes do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2015.

As questões utilizadas dizem respeito à renda familiar, à posse de bens e à contratação de serviços de empregados domésticos pela família dos estudantes, além do nível de escolaridade de seus pais ou responsáveis. No âmbito da escola, foram consideradas somente as que tinham dez ou mais alunos pertencentes ao universo de referência.

Para o cálculo do Inse, o Inep considerou os questionários de aproximadamente 3,8 milhões de estudantes que participaram, de forma censitária, do Saeb 2015. Além desses, foram considerados 71 mil questionários dos participantes que fizeram parte da amostra, utilizando os mesmos instrumentos e metodologia da avaliação censitária. As respostas dos estudantes das escolas e municípios que não tiveram resultados divulgados no Saeb 2015, por não se enquadrarem nos critérios, não foram utilizados para a composição do Indicador.

Da base do Enem 2015, foram considerados os questionários de 975 mil estudantes concluintes do ensino médio regular. O questionário contextual fornece informações a respeito do aluno e da sua família e seu preenchimento faz parte de uma das fases do processo de inscrição do Enem

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